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Palestina

  • Acto Público de Solidariedade com a Palestina - Gondomar

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    Realizou-se, no dia 9 de abril, em Rio Tinto, Gondomar, mais uma iniciativa de solidariedade com a Palestina. Num cruzamento de grande movimento, ali se reafirmou a exigência do cessar fogo imediato e permanente, o apoio humanitário, a reconstrução de Gaza, o reconhecimento da Palestina livre e independente. A luta vai continuar exigindo ao governo a intervenção na defesa do estado da Palestina e do cumprimento do art.7 da Constituição da República Portuguesa no ano em que se comemoram os 50 anos do 25 de Abril. A sessao terminou com os participantes a cantar Grândola Vila Morena.
  • Acto Público de Solidariedade com a Palestina - Gondomar

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    Realizou-se, no dia 9 de abril, em Rio Tinto, Gondomar, mais uma iniciativa de solidariedade com a Palestina. Num cruzamento de grande movimento, ali se reafirmou a exigência do cessar fogo imediato e permanente, o apoio humanitário, a reconstrução de Gaza, o reconhecimento da Palestina livre e independente. A luta vai continuar exigindo ao governo a intervenção na defesa do estado da Palestina e do cumprimento do art.7 da Constituição da República Portuguesa no ano em que se comemoram os 50 anos do 25 de Abril. A sessao terminou com os participantes a cantar Grândola Vila Morena.
    No próximo dia 12 haverá novo ato público de solidariedade em Viana do Castelo
  • Acto Público de Solidariedade com a Palestina teve lugar no dia 6 de março, no Rossio em Lisboa

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    Apresentado por Julie Neves (CPPC) e Tomás Gonçalves (Projecto Ruído), a iniciativa, que teve lugar ao fim da tarde, juntou centenas de pessoas que voltaram a afirmar a urgência de um cessar-fogo imediato e permanente.
    As intervenções, após um momento musical de Leonor Pereira e Francisco Antunes, couberam a Dinis Lourenço (CGTP-IN), Hindi Masleh (palestino a viver em Portugal) e Carlos Almeida (MPPM) e reiteraram isto mesmo, bem como condenaram o massacre e genocidio que Israel leva a cabo contra o povo palestino, há 152 dias.
    Ficou o compromisso de prosseguir a luta pela Paz no Médio Oriente e de continuar a fazer ecoar as vozes que proclamam uma Palestina Independente!
  • Acto Público: Palestina Livre! Fim à Agressão! Fim à Ocupação!

     

    NÃO PODEMOS DEIXAR SILENCIAR OS CRIMES DE ISRAEL!

    Ainda que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, não podemos deixar que um manto de silêncio cubra os crimes hediondos cometidos durante a agressão a Gaza.

    Não podemos esquecer os ataques a escolas e hospitais; os quase dois milhares de palestinos mortos e os dez mil feridos; a dezena de milhar de edifícios públicos destruídos ou danificados; as mais de 30.000 habitações danificadas; as escolas e hospitais danificados; os locais religiosos, muçulmanos e cristãos, danificados e profanados; o meio milhão de deslocados; as infra-estruturas destruídas.

    Sobretudo, não podemos deixar esquecer que tudo isto decorre de uma ocupação ilegal sem qualquer respeito pelos direitos da população sujeita a ocupação.

    NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, À 18 HORAS, FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL!

    PALESTINA LIVRE!

    FIM À AGRESSÃO!

    FIM À OCUPAÇÃO!

  • ADIADA - Iniciativa de Solidariedade com as Crianças da Palestina

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    Informamos que a iniciativa de solidariedade de hoje será adiada para nova data a informar!
    Palestina Vencerá!
  • Agravamento da repressão israelita nos territórios ocupados da Palestina

    É com profunda preocupação e expressão pública de condenação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de repressão perpetrada pelas autoridades israelitas contra a população palestiniana e suas organizações políticas e sociais que lutam pela concretização do legitimo direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina soberano e independente.

    A detenção da deputada do Conselho Legislativo Palestiniano, Khaleda Jarrar, e de outros activistas da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), nos territórios ocupados da Cisjordânia, é mais um episódio revelador da total impunidade de que o Estado de Israel goza perante a chamada comunidade internacional.

  • Almada: Sessão de solidariedade para com o povo Palestino

    Por iniciativa do Teatro Extremo, do CPPC, do MPPM, realizou-se no dia 1 de Agosto, uma sessão-debate integrada na campanha de solidariedade para com o povo palestino da Faixa de Gaza, vitima da violenta agressão levada a cabo, desde há quase um mês, pelo Estado de Israel.

    Antecedido pela projecção de um filme reportagem sobre a actividade do “Freedom Theatre” na Palestina, o debate, com cerca de 50 participantes foi moderado por Luísa Ramos, do núcleo de Almada do CPPC, com intervenções dos representantes do MPPM, do CPPC e do Teatro Extremo.

    Todas as intervenções condenaram veementemente a agressão israelita à população palestina residente na Faixa de Gaza e a cumplicidade e apoio a este genocídio por parte dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

    No debate havido, para além da condenação dos massacres que Israel tem vindo a praticar sobre as populações indefesas da Faixa de Gaza, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, foi unânime a convicção de que só com o cumprimento, por Israel, das inúmeras Resoluções aprovadas pela Organização das Nações Unidas, visando a criação de um Estado Palestino viável nas fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém Leste, com o fim dos colonatos israelitas, o regresso dos refugiados e a libertação, por Israel, dos presos políticos palestinos.

    Os participantes nesta sessão de solidariedade decidiram, ainda, manifestar às Autoridades do Estado Português – Presidente da República, Assembleia da República e Governo – o seu protesto pela forma como estes órgãos se tem posicionado face ao genocídio de milhares de palestinos e ao apoio implícito que isso representa ao Estado de Israel.

     

  • Amizade Portugal-Palestina

    Uma Delegação do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina (GPA) criada no quadro da Assembleia da República Portuguesa e integrando deputados de todos os Partidos com representação Parlamentar, terminou ontem uma visita de 3 dias – 25 a 27 de Julho - à Palestina, a convite do Parlamento desse País.

    Esta foi a primeira vez que uma delegação do Parlamento Português visitou a Palestina e segue-se à visita que o Grupo Parlamentar de Amizade Palestina-Portugal realizou ao nosso país.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, bem como outras organizações portuguesas de solidariedade para com o povo Palestino, foi convidado, pelo Grupo Parlamentar de Amizade, a participar no dia 21 de julho numa reunião que teve lugar na Assembleia da República, onde foram apresentados, pelo Deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, o programa e objectivos da visita. Entre os temas referidos encontravam-se questões como a prisão de deputados palestinos, os direitos humanos, a responsabilidade de Israel enquanto potência ocupante, o acordo de Parceria UE-Israel entre outros.

    O CPPC e as demais organizações presentes tiveram oportunidade de transmitir ao Grupo Parlamentar que se deslocaria à Palestina as suas opiniões sobre o problema Palestino, a ocupação deste país que dura há mais de 67 anos, o não cumprimento por Israel das Resoluções das Nações Unidas, a questão dos colonatos e dos refugiados, os crimes de guerra cometidos sobre o povo de que é exemplo o recente massacre de Gaza, a prisão indiscriminada de civis e mesmo de deputados do Parlamento Palestino, pelos ocupantes israelitas.

    Reafirmamos o nosso apreço por esta iniciativa e os votos de que ela seja um marco nas relações entre estas duas Instituições dos respectivos Estados e venha a permitir avanços significativos do Estado Português no apoio à criação de facto de um Estado Palestino viável, de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal- Palestina e espera que os contactos havidos tenham sido da maior utilidade para os objectivos que se propunha.

  • Apelo - A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!

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    A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!
     
    Pela Paz no Médio Oriente! Palestina Independente!
    É urgente pôr fim à guerra!
    É urgente pôr fim ao massacre!
     
    Independentemente dos desenvolvimentos que venham a ter lugar até ao dia 14 de janeiro, a situação dramática que se vive na Palestina, em especial na Faixa de Gaza exige o prosseguimento da solidariedade com o povo palestiniano!
     
    A criminosa e cruel violação de qualquer princípio humanitário por parte de Israel, na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, é todos os dias demonstrada pela chacina, pelos brutais bombardeamentos, pelos ataques a hospitais, ambulâncias, escolas, agências da ONU, pelos cortes de água, eletricidade, bloqueio a alimentos e medicamentos.
    O grau de destruição e morte causado por esta agressão é inaceitável: dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres; milhares de desaparecidos; quase toda a população da Faixa de Gaza, mais de 2 milhões de pessoas, deslocada ou sem abrigo, centenas de funcionários das agências humanitárias da ONU e pessoal de saúde mortos.
    Denunciamos e condenamos a hipocrisia e cumplicidade daqueles que tudo fazem para branquear e permitir que a chacina continue. São inadmissíveis os vetos e votos contra dos Estados Unidos da América e de países europeus às exigências da ONU dum cessar-fogo humanitário imediato e permanente em Gaza.
     
    É preciso parar! E é preciso encontrar soluções duradouras.
     
    É preciso com urgência:
     
    - um cessar-fogo imediato e permanente;
    - pôr fim a novos bombardeamentos e ataques israelitas;
    - assegurar que o massacre acabe de uma vez por todas;
    - garantir a ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza;
    - pôr fim à violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia;
    - pôr fim a 17 anos de desumano cerco da Faixa de Gaza;
    - libertar todos os detidos;
    - impedir a expulsão dos palestinianos da sua terra.
     
    É preciso que, após muitas décadas de promessas incumpridas, seja finalmente concretizado um Estado Palestiniano soberano e independente, com controlo soberano das suas fronteiras e recursos.
     
    A Palestina e o Médio Oriente precisam de paz, o que exige o reconhecimento e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano. O prolongamento e instigação deste conflito constituem uma grave ameaça à paz em toda a região e no mundo.
     
    É necessário manter o nosso empenhamento e a nossa solidariedade.
     
    Dia 14 de Janeiro, às 15 horas, voltamos às ruas de Lisboa, em Manifestação, com início em Sete Rios.
    Junta-te a nós!
     
    Palestina vencerá! 
     
    Organizações subscritoras até ao momento:
    A Voz do Operário
    Associação de Amizade Portugal-Cuba
    Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
    Associação do Património e da População Alfama
    Associação Intervenção Democrática
    Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gágarin
    Base Organizada da Toca das Artes
    Clube Estefânia
    Colectivo Judeus pela Paz e Justiça
    Colectivo MUMIA Abu-Jamal
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Frente Anti-Racista
    Interjovem/CGTP-IN
    Juventude Comunista Portuguesa
    Mirantense Futebol Clube
    Movimento Democrático de Mulheres
    Movimentos Pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente
    PORTA a PORTA
    Projecto Ruído - Associação Juvenil
    União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    Vida Justa
  • Apelo - Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra!

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    LISBOA
    No próximo dia 11 de maio voltamos a sair à rua pela Paz no Mundo, por uma Palestina Livre, e para dizer Não à Guerra!
    Junta-te a nós, às 15h no Largo José Saramago (em frente à Fundação José Saramago) para marchar até ao Martim Moniz!
    Paz Sim!
    Palestina Livre!
     
    Apelo
     
    Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra!
     
    O mundo precisa de Paz! Os povos, principais vítimas da guerra, têm direito à Paz e contestam aqueles que promovem, armam, financiam e lucram com a guerra!
     
    O mundo assiste, há mais de duzentos dias, ao genocídio da população da Faixa de Gaza e à intenção, por parte de Israel, de reocupar e recolonizar este território palestiniano, forçando a expulsão da sua população – como se verificou há 76 anos com a Nakba.
     
    A barbárie promovida por Israel não conhece limites. São já mais de 110 mil as pessoas mortas ou feridas, na sua maioria crianças e mulheres. Hospitais, centros de saúde, escolas e instalações das Nações Unidas são transformados em alvos militares e arrasados. O número de jornalistas mortos pelas forças de Israel ultrapassa a centena. Médicos, profissionais de saúde, funcionários das Nações Unidas e de agências humanitárias são mortos como em nenhum outro conflito no mundo. E o genocídio continua, alimentado pelo apoio militar, político e diplomático dos EUA e seus aliados, incluindo a União Europeia. É urgente um cessar-fogo imediato e permanente!
     
    Israel multiplica as agressões aos países do Médio Oriente, numa escalada de confrontação que adensa ainda mais a situação de tensão e conflito na região.
     
    Não queremos novas frentes de confrontação e guerra no mundo. Mais guerra significa mais morte, sofrimento e destruição. E significa menos educação, menos saúde, menos habitação, menos segurança social, menos direitos, menos liberdade, menos justiça.
    O governo português tem a obrigação constitucional de tomar iniciativas no plano internacional que visem a solução pacífica dos conflitos internacionais, o direito dos povos à autodeterminação e o respeito pela soberania e independência dos Estados.
     
    É necessário recolocar a paz no centro da agenda mundial, reafirmar o primado dos princípios da carta da ONU e do direito internacional. É necessário por fim à guerra e à confrontação no Médio Oriente, na Europa e em todas as outras partes do Mundo, evitando o perigo de uma ainda maior catástrofe envolvendo as maiores potências nucleares do planeta!
     
    11 de Maio de 2024, pelas 15 horas, do Campo das Cebolas ao Martim Moniz, em Lisboa, vamos manifestar-nos:
     
    - Pelo direito de todos os povos a viver em paz! Pelo Futuro da Humanidade!
     
    - Pelo fim imediato do genocídio do povo palestiniano, por uma Palestina livre e independente!
     
    - Contra o militarismo e a guerra!
     
    As organizações subscritoras (em atualização)
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
    Projecto Ruído - Associação Juvenil
  • Apresentação do livro «Na Presença da Ausência» de Mahmoud Darwich

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    No âmbito das iniciativas em prol da defesa dos direitos do povo palestino, o CPPC esteve presente, a convite do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, na apresentação do livro “Presença na Ausência”, do escritor e poeta palestino Mahmoud Darwich.

    Este evento ocorreu no dia 13 de Dezembro, na Biblioteca Passos Manuel, na Assembleia da República, e foi apresentado por Júlio Magalhães, investigador de cultura árabe e islâmica, que além de salientar aspectos importantes da obra e da biografia do autor, também leu alguns poemas conhecidos de Darwich, como “Bilhete de Identidade” e “A Minha Mãe”. A sua vasta obra está traduzida em mais de 20 línguas, sendo considerado o poeta nacional da Palestina. Falecido em 2008, ainda em criança viu a sua terra natal ser arrasada pelas tropas israelitas na guerra de 1948, sendo a família obrigada a procurar refúgio no Líbano. Regressando várias vezes à Palestina e várias vezes preso e expulso, parte da sua vida foi vivida como refugiado. Integrou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e é autor da Declaração de Independência da Palestina, lida pelo líder palestino Yasser Arafat quando foi declarada unilateralmente a criação do Estado da Palestina, em 1988.

  • Assembleia Geral da ONU reafirma direitos nacionais do povo palestiniano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a aprovação pela Assembleia Geral da ONU da resolução que reafirma o direito do povo palestiniano à autodeterminação, incluindo o direito ao seu Estado independente da Palestina.
    A resolução sublinha a urgência de pôr fim à ocupação israelita e de um acordo de paz justo, duradouro e abrangente, com base nas resoluções pertinentes das Nações Unidas, e salienta a necessidade do respeito e preservação da unidade, contiguidade e integridade territorial de todo o Território Palestiniano Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental.
    Afirmando o direito de todos os Estados do Médio Oriente a viverem em paz, dentro de fronteiras seguras e internacionalmente reconhecidas, a resolução reafirma o direito do povo palestiniano à autodeterminação, incluindo o direito ao seu Estado independente da Palestina e insta todos os Estados e as agências e organizações especializadas do sistema das Nações Unidas a continuarem a apoiar e ajudar o povo palestiniano na realização quanto antes do seu direito à autodeterminação.
    A resolução foi adoptada com 172 votos a favor, 10 abstenções e 4 votos contra, nomeadamente por parte dos EUA e de Israel.
    Uma vez mais, foi reiterado que o mundo está do lado do direito do povo palestiniano à autodeterminação, incluindo do direito ao seu Estado independente da Palestina.
    Uma vez mais, fica também claro que os Estados Unidos da América são cúmplices e apoiam a brutal política de ocupação e colonização por parte de Israel na Palestina.
    Um posicionamento dos EUA, tão mais inaceitável e merecedor de repúdio e condenação, quando Israel leva a cabo crimes e massacres contra o povo palestiniano, particularmente na Faixa de Gaza, causando largas dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres, a sistemática destruição de bairros, de infraestruturas médicas e das agências da ONU, assim como a imposição de um cruel e desumano bloqueio que impede o fornecimento de água, alimentos e medicamentos, assim como de eletricidade e combustíveis.
    Como o CPPC tem vindo a afirmar: é urgente parar com o massacre; é urgente uma solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente, que passa necessariamente pelo fim da ocupação, dos colonatos, da opressão israelita, e pela garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano, conforme determinam o direito internacional e inúmeras resoluções das Nações Unidas!
     
    A Direção Nacional do CPPC
    22-12-2023
  • Ato público de solidariedade com a Palestina | 6 de Julho |18h30 | Lisboa

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    Perante a gravidade da situação na Palestina, face à intenção de Israel anexar vastos territórios da Cisjordânia, o CPPC, a CGTP-IN e o MPPM apelam à participação nesta acção. Diremos não à anexação e exigiremos das autoridades portuguesas que dela se demarquem de forma clara e inequívoca.

  • Ato Público de solidariedade com a Palestina | Porto

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    Decorreu no Porto, na Praceta da Palestina, no dia 17 de Junho, um Acto Público de Solidariedade com a Palestina e contra a ocupação israelita, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação e pela USP/CGTP-IN onde se denunciou a grave situação do povo palestino por causa da ocupação ilegal do seu território pelas forças de Israel e a tentativa já anunciada pelo actual governo israelita de proceder a uma nova anexação do território palestino no próximo dia 1 de Julho, constituindo nova ameaça à paz no Médio Oriente.

    Na iniciativa, que foi apresentada por Alexandre Silva, intervieram o sindicalista Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-In, o escritor e professor José António Gomes, da direcção do MPPM, a jovem estudante universitária Maria Inês Costa, a jovem palestina a estudar na Universidade do Porto, Nur Rabah Latif e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC.

  • Ato Público de Solidariedade com Palestina | Porto

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  • Bandeiras pela Palestina

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    No dia 14 de dezembro realizou-se, em diversas Praças e rotundas da cidade de Coimbra, uma iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com outras organizações, onde foram aplicadas bandeiras da Palestina, reafirmando a exigência de Paz no Médio Oriente e de pôr fim ao massacre em curso na Palestina.

  • Bandeiras pela Paz - Lisboa - 3 de novembro

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) o Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente (MPPM), a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN) e o Projecto Ruído - Associação Juvenil, promovem, na próxima sexta-feira, dia 3 de novembro, em Lisboa - Alameda D. Afonso Henriques, uma vigília, em solidariedade com o povo da Palestina. Apelamos à participação de todos pela "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente - Bandeiras pela Paz".

  • Basta de Agressão! Pelo direito do povo palestino à Paz!

  • Basta de Crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina!

    Representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente entregaram esta tarde na Embaixada doe EUA em Lisboa, uma carta aberta onde expressam o seu repúdio pelo reconhecimento, pela Administração dos EUA, de Jerusalém como capital de Israel.

  • Basta de crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina! Paz no Médio Oriente!

    No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.