Outras Notícias

Palestina

  • 23 dias de agressão israelita sobre a Faixa de Gaza

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  • 29 de Novembro – Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano

    Assinala-se hoje, 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano, designado pela ONU.

    Esta data assinala a aprovação, há exactamente 70 anos, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que preconizou a divisão da Palestina em dois estados, um árabe e um judeu, sendo que o primeiro seria constituído em 44 por cento do território e o segundo em 55 por cento; Jerusalém e Belém permaneceriam zonas internacionais.

    Sete décadas depois, só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio das potências ocidentais. Quanto ao povo palestiniano, resiste para permanecer na sua terra sob a mais violenta opressão. A ilegal ocupação de territórios da Palestina por parte de Israel é responsável por incontáveis crimes e pela tentativa de, por todos os meios, apagar o sentimento nacional palestiniano.

  • 29 de Novembro | Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

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    Hoje, 29 de Novembro, assinala-se o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, estabelecido pelas Nações Unidas, tendo em conta a adoção, pela sua Assembleia Geral, da Resolução 181, de 1947, que preconizava a divisão da Palestina em dois estados, um judeu e um árabe – respetivamente, com 55% e 44% do território – e a permanência de Jerusalém e Belém sob controlo internacional.

    Para as Nações Unidas, a instituição do dia 29 de Novembro é uma forma de chamar a atenção para o facto da questão da Palestina continuar por resolver e de o povo palestino não ter ainda visto reconhecidos os seus direitos inalienáveis, definidos pela Assembleia Geral, nomeadamente o direito à autodeterminação sem interferência externa, o direito à independência nacional e soberania, e o direito a regressar às suas casas e propriedades expropriadas.

    Hoje, dos dois estados preconizados em 1947, só o de Israel existe, criado e expandido pela força das armas e o apoio das potências ocidentais – em particular dos EUA –, pela destruição de aldeias e comunidades árabes e a expulsão das suas populações, fazendo do povo palestino aquele que tem o maior número de refugiados do mundo.

  • 5º Aniversário dos bombardeamentos de Israel a Gaza

    "OPERAÇÃO CHUMBO FUNDIDO" (27 de Dezembro de 2008)

    A par do opressivo sistema de apartheid em que vivem os palestinos residentes em Israel, o mundo assiste a sucessivas usurpações territoriais na Cisjordânia e a agressões às populações residentes em territórios palestinos, actos de terrorismo de estado cometidos por parte do governo Israelita sobre o povo e o estado palestino.

  • 67 anos depois, a ocupação prossegue

    O povo palestiniano assinala, no próximo dia 15 de Maio, o 67.º aniversário da «Nakba» (a Catástrofe), que marca o início da ocupação israelita da Palestina com o seu rol de massacres, deportações, privação de direitos humanos e violências de todo o género sobre a população árabe, que se prolongam até à actualidade.

    Ao declarar unilateralmente a sua independência no território que as armas e o terror almejaram conquistar, Israel desrespeitou o Plano de Partilha da Palestina elaborado no ano anterior pelas Nações Unidas, que dividia o antigo domínio britânico em dois Estados, Palestina e Israel.
    Se Israel teve efectivamente o seu Estado, cujo território não cessa de aumentar, os palestinianos tornaram-se exilados no seu próprio país, divididos entre Líbano, Síria, Jordânia e Egipto. Graças à «Nakba», é palestiniana uma das maiores comunidades de refugiados do mundo.

  • A bandeira da Palestina na ONU é uma vitória e uma demanda: a ocupação deve acabar

    Divulgamos declaração da Presidente do Conselho Mundial da Paz a propósito do hastear da bandeira da Palestina na sede da ONU.

  • A Expansão israelita e a questão da água na Palestina

    2013 | Março

    Documento sobre a questão da água no conflito israelo-palestiniano.

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  • A justiça é a melhor retaliação

    Por Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal

    Imagens terríveis chegam de Gaza todos os dias desde que Israel começou o genocídio de palestinianos na Faixa de Gaza. Partes de corpos humanos, cabeças divididas a meio, mãe morta com filho bebé abraçados e famílias inteiras enterradas sob os telhados depois de terem sido bombardeadas pelos aviões militares israelitas, navios de guerra e tanques.

    Esta desproporcionalidade da força israelita é, só por si, um crime de guerra, de acordo com a lei da guerra. Se estes crimes tivessem sido perpetrados por qualquer outra força que não a da ocupação israelita, não há dúvida de que a reação da comunidade internacional teria sido obviamente diferente.

    Neste contexto, emergem duas questões legítimas. A primeira n: poderá alguém, com algum senso de humanidade, justificar este genocídio em Gaza às mãos do ocupante contra o ocupado? A segunda é: Não será este assassinato constante dos palestinianos inocentes – enfrentado por um silêncio vergonhoso da comunidade internacional em favor de Israel – o que terá alimentado a criação do radicalismo islâmico?

  • A Paz, a Palestina e o Médio Oriente | Vila Nova de Gaia

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    Realizou-se hoje, dia 14 de janeiro, no espaço Paz, em Vila Nova Gaia, um importante momento de solidariedade com a Palestina.

    A sessão teve início com a apresentação do filme "YAFFA11" realizado por Hassan Ka'adan e continuou com um debate muito participado em que interveio o realizador e o escritor José António Gomes. A sessão foi coordenada por Ilda Figueiredo, presidente da DN do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    Denunciou-se o agravamento da violência na Cisjordânia onde Israel já matou, este ano, nove palestinos, entre os quais três crianças.
    Defendeu-se o fim da ocupação por Israel, e um Estado da Palestina livre e independente.
    Exigiu-se ainda o fim dos colonatos e a libertação dos presos políticos.
    No final decorreu um agradável convívio com um Porto de honra.
  • A solidariedade com a Palestina não esmorece, faça chuva ou faça sol!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, a convite da AEFCSH, numa vigília que teve lugar no passado dia 24, no campus de Berna desta Faculdade.

    Apresentados por Inês Jorge, dirigente da AEFCSH, que saudou todos os presentes, intervieram Julie Neves, dirigente do CPPC, ouviram-se também as intervenções de Carlos Almeida, do MPPM, Dima Mohammed, investigadora do IFIL/NOVA e professora na FCSH, Abdeljelil Larbi, professor de lingua árabe na NOVA FCSH, e Guilherme Vaz, presidente da AEFCSH.
    Nas intervenções, foi referida a importância dos estudantes, dos jovens e de todos aqueles que apoiam a Palestina, continuarem a demonstrar a sua solidariedade com a luta deste povo pelo reconhecimento dos seus direitos nacionais, pelo cumprimento das inúmeras resoluções da ONU e pelo respeito do direito internacional. Condenou-se ainda a escalada de agressão de Israel na Faixa de Gaza, na Cisjordânia, mas também no Líbano, que já resultou em milhares de mortos e feridos, e que tem consequências dramáticas para os povos desta região.
    Apelou-se à participação na Jornada Nacional de Solidariedade "Palestina Livre! Paz no Médio Oriente" que tem início no dia 2 de Outubro, em Coimbra, e culminará a 12 de outubro, com uma manifestação em Lisboa, às 15h, com início no Martim Moniz.
    Palestina Vencerá!