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Palestina

  • "Fim à agressão a Gaza, Paz no Médio Oriente!" - 8 de Novembro - Santarém

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    Tambem em Santarém se sairá à rua pela Paz no Médio Oriente, pelos direitos do Povo Palestiniano!
    Concentração "Fim à agressão a Gaza, Paz no Médio Oriente!"
    Dia 8 de novembro às 18h00, na praça do W Shopping.
     
  • "Os estudantes querem a Paz! Paz no Médio Oriente! Palestina Independente!"

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    Realizou-se no dia 22, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), uma ação de solidariedade com a Palestina, promovida pela Associação de Estudantes. 
    No pátio, plantou-se uma oliveira num local assinalado com uma placa, onde se lê "nós guardamos a sombra da oliveira e da figueira. Nós semeamos as ideias". Perante dezenas de estudantes, o representante diplomático da Palestina em Portugal, Nabil Abuznaid, agradeceu a solidariedade e valorizou os jovens que tomam posição pelas causas justas, pela paz e os direitos dos povos. Entre bandeiras e vivas à Palestina, garantiu que os jovens presentes vão recordar-se para sempre da posição que tomaram face ao genocídio em curso na Faixa de Gaza e que se orgulharão dela. 
    Em seguida realizou-se um debate, em que participaram, para lá do representante diplomático palestiniano, Jorge Cadima (do MPPM), Gustavo Carneiro (do CPPC) e membros da Associação de Estudantes daquela faculdade. Denunciou-se a dimensão do massacre - morre uma criança a cada dez minutos, garante a Organização Mundial da Saúde -, a intenção de Israel ocupar toda a Palestina e o apoio político, diplomático, económico e militar que recebe dos Estados Unidos e das potências da União Europeia, sem o qual não faria o que faz. 
    Integrou-se a atual escalada de guerra num processo que tem décadas, desmontou-se argumentos falaciosos que todos os dias são difundidos pelos média, recordou-se o papel que organizações judaicas assumem na denúncia do massacre e na luta pela libertação da Palestina e deu-se a conhecer as ações de solidariedade material que a Associação de Estudantes tem em curso, em parceria com a UNICEF. 
    A mobilização para a concentração de 29 de novembro, em Lisboa, não foi esquecida.
  • "Palestina vencerá!", soou forte em Lisboa

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    Lisboa foi palco, dia 5, de mais uma grande manifestação contra o genocídio perpetrado por Israel na Faixa de Gaza, pelo reconhecimento do Estado da Palestina, pela paz no Médio Oriente e em todo o mundo. Promovida pelo CPPC, a CGTP-IN, o MPPM e o Projeto Ruído-Associação Juvenil, a manifestação foi apoiada por mais de 40 outras entidades, das mais variadas áreas de intervenção.
    Ao longo do percurso que uniu o Largo Camões e a Ribeira das Naus, denunciou-se os crimes israelitas (desde logo o massacre de crianças e o assassinato de centenas de palestinianos que procuram comida nos "centros de distribuição" instalados por Israel e EUA) e a cumplicidade dos EUA, da NATO e da UE no genocídio, na ocupação e na expulsão massiva das populações palestinianas das suas terras.
    No final, para além da saudação do economista João Rodrigues, um dos subscritores do Manifesto "Pela Paz, liberdade e Estado Social", intervieram representantes das quatro organizações promotoras.
    João Coelho, da CGTP-IN, salientou a urgência de «acabar com a ocupação: são 40 anos de prática genocida, racista, de segregação e violência que Israel pratica sobre um povo que resiste». Do MPPM, Raul Ramires denunciou o objetivo de Israel: «impedir a criação de um Estado da Palestina viável e soberano, impedir os palestinos de viverem na sua terra, expulsá-los, não permitir que os que foram expulsos voltem e assim apropriar-se de toda a terra, das margens do Jordão ao Mar Mediterrâneo - no fundo, limpeza étnica e genocídio.» Mariana Metelo, do Projeto Ruído, referiu-se a uma «situação infernal» com mais de 17 mil jovens e crianças que já morreram às mãos de Israel. «E nós, jovens portugueses, não ficamos do lado da cumplicidade».
    Isabel Camarinha, do CPPC, repudiou a «complacência e cumplicidade do governo português com os crimes de Israel e a recusa em reconhecer o Estado da Palestina». No programa do Governo, o que se encontra é a intenção de «contribuir para o prolongamento e o agravamento dos conflitos, para o militarismo e a escalada armamentista, aumentando as verbas para a guerra, como os EUA, a NATO e a União Europeia ordenam – vejam-se as conclusões da Cimeira da NATO –, mantendo e agravando as injustiças e as desigualdades sociais e desviando recursos que deviam ser utilizados nos salários, nas pensões, na saúde, educação, segurança social ou na habitação, para a confrontação e a guerra».
    Para dia 11, quando na Assembleia da República estiver a ser discutido e votado o projeto de resolução do PCP que reclama o reconhecimento do Estado da Palestina por Portugal, haverá nova ação.
  • “Pela Paz no Médio Oriente, e pelos direitos do Povo Palestiniano!” - 11 de outubro, Lisboa

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    Milhares de pessoas concentraram-se ao final da tarde de quarta-feira, 11 de outubro, para exigir paz no Médio Oriente e liberdade para a Palestina – que implica o fim da ocupação israelita e a criação de um Estado palestiniano soberano, independente e viável nas fronteiras anteriores a junho de 1967 e com capital em Jerusalém Oriental.
    Em pancartas e cartazes estavam inscritas as exigências capazes de resolver definitivamente aquele grave problema que se arrasta há décadas: “fim da ocupação”, “paz no Médio Oriente”, “Palestina livre e independente”, “não à escalada de guerra”, «fim ao bloqueio a Gaza”, “fim ao apartheid”.
    Nas várias intervenções, a cargos dos representantes de cada uma das organizações promotoras - Ilda Figueiredo, do CPPC; Carlos Almeida, do MPPM; e Dinis Lourenço, da CGTP-IN (a apresentação ficou a cargo de José Pinho, da associação juvenil Projeto Ruído) –, lembrou-se que a violência naquela região do mundo não começou no passado sábado e que os palestinianos não são os carrascos, mas as vítimas: a ocupação, que se arrasta há décadas, provocou milhares de mortos, feridos e presos, milhões de refugiados e um dia-a-dia marcado pela violência, a humilhação e a segregação.
    Para pôr um fim definitivo à violência, e para que não morram mais inocentes – palestinianos ou israelitas – é preciso cumprir com as resoluções das Nações Unidas, desrespeitadas umas atrás das outras por Israel (com o apoio dos EUA e da UE), que apontam para uma solução política, para o fim da ocupação, a libertação dos presos, o fim dos colonatos, dos postos de controlo, do muro de separação e do cerco a Gaza e para a criação do Estado da Palestina.
  • “Pela Paz no Médio Oriente, e pelos direitos do Povo Palestiniano!” - 17 de outubro, Porto

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    Decorreu, no Porto, no dia 17 outubro, na praceta da Palestina, uma concentração em defesa da Paz no Médio Oriente e de solidariedade com o povo palestiniano. Apesar da chuva torrencial, cerca de duas centenas de pessoas proclamaram bem alto a exigência do fim do massacre em Gaza e juntaram a sua voz na defesa da paz e dos direitos nacionais do povo palestiniano.
    A sessão foi apresentada pela jovem Joana Machado, e teve intervenções do coordenador da USP/CGTP-IN, Tiago Oliveira, de José António Gomes, da direcção do MPPM, e de Ilda Figueiredo pelo CPPC.
    Ficou já decidida uma nova concentração para o dia 26 de outubro, no mesmo local, e à mesma hora.
  • “Pela Paz no Médio Oriente, e pelos direitos do Povo Palestiniano!” - 18 de outubro, Lisboa

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    Milhares de pessoas, ao final da tarde de dia 18, encheram novamente a Praça do Martim Moniz, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestiniano, pelo seu direito à vida, à liberdade e à paz. Intervieram Rui Garcia, do CPPC, João Coelho, da CGTP-IN; Carlos Almeida, do MPPM; e a professora palestiniana residente em Portugal Dima Mohamed.
    Denunciou-se os crimes cometidos por estes dias na Faixa de Gaza, onde por estes dias morreram já milhares de pessoas nos bombardeamentos que visaram escolas, hospitais e bairros residenciais, e onde há semana e meia não entra água, alimentos e combustíveis.
    Recordou-se que a ocupação dura há décadas e que a violência cometida contra os palestinianos por militares e colonos israelitas é quotidiana. “Não é um conflito, é genocídio”, ouviu-se. Os oradores lamentaram as mortes civis – todas elas! – e apontaram o caminho para a paz: garantir o direito do povo palestiniano (inscrito em diversas resoluções das Nações Unidas) ao seu Estado próprio, soberano, independente e viável, nas fronteiras anteriores a junho de 1967 e capital em Jerusalém oriental.
    Foi apresentada uma posição comum das três organizações, intitulada “Pela Paz e pelos direitos do povo palestiniano! É urgente parar a guerra! É urgente travar o massacre!”.
    A solidariedade com a Palestina vai continuar: dia 19 em Évora, dia 25 em Braga; dia 26 no Porto, dia 28 em Vila Nova de Gaia, no III Encontro pela Paz, e dia 29 novamente em Lisboa.
  • “Pela Paz no Médio Oriente, e pelos direitos do Povo Palestiniano!” - 25 de outubro, Braga

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    Em Braga, no dia 25 de outubro, realizou-se uma importante concentração Pela Paz no Médio Oriente e de solidariedade com a Palestina, organizada pelo CPPC e pela União dos Sindicatos de Braga, onde, apesar da chuva, cerca de 150 pessoas defenderam a Palestina, denunciaram a tragédia e o massacre que Israel prossegue em Gaza, manifestaram-se contra os ataques a civis em qualquer local - judeus, árabes, palestinos ou outros- proclamaram Paz sim! Guerra não! E apelaram ao cessar fogo, ao cumprimento das resoluções da ONU e à defesa da Palestina livre e independente.
    Esta concentração segue-se a outras em Lisboa, Porto e Évora e terá continuação, hoje, em Coimbra e Porto e no dia 29 novamente em Lisboa, depois do Encontro pela Paz, em Gaia, no dia 28 de outubro. Seguir-se-á um conjunto de iniciativas já marcadas, com destaque para Viana do Castelo em 31 de outubro, contra o massacre em Gaza.
    A iniciativa foi apresentada por Raquel Gallego e intervieram Sílvio Sousa, que integrou uma brigada de solidariedade, Carlos Cruz da União dos Sindicatos de Braga e Ilda Figueiredo pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
  • “Pela Paz no Médio Oriente, e pelos direitos do Povo Palestiniano!” - 26 de outubro, Porto

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    Pela Paz no Médio Oriente! Contra o massacre em Gaza! Solidariedade com a Palestina!
    No Porto, centenas de pessoas saíram novamente à rua para exigir o fim do massacre em Gaza e a Paz no Médio Oriente.
    Na sessão pública, na praceta da Palestina, que foi apresentada pela jovem Joana Machado, intervieram Tiago Oliveira da USP/CGTP, José António Gomes do MPPM, a jovem palestina Nur Latif e Ilda Figueiredo do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    Mais uma vez foram recordadas as resoluções da ONU, que Israel não cumpre, a ocupação que Israel faz, a violência e as agressões que duram há mais de 56 anos a que agora acresce a tragédia e o autêntico massacre que se desenrola em Gaza, com os bombardeamentos e o cerco que Israel mantém e que já provocou matou mais de 6 mil palestinos, dos quais milhares são crianças.
    Os presentes proclamaram mais uma vez "Paz sim! Guerra não!" e defenderam a Palestina livre e independente!"
  • «Não à anexação! Fim aos crimes de Israel» | Faro

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    No passado dia 6 de Julho, realizou-se, em Faro, uma ação de solidariedade com o povo da Palestina, no quadro da anunciada intenção do Estado de Israel, de anexar 30% do território da Cisjordânia.
    Promovida pelo núcleo do CPPC no Algarve, esta ação, que decorreu junto ao Fórum Algarve, contou com a distribuição de documentos e a participação de outras organizações locais como o Sindicato da Hotelaria do Algarve e a União dos Sindicatos do Algarve.
  • ⚠️ ALTERAÇÃO DE LOCAL Solidariedade com a Palestina! Fim ao genocídio! Fim à ocupação! Paz no Médio Oriente e no Mundo!

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    ⚠️ ALTERAÇÃO DE LOCAL
    Solidariedade com a Palestina!
    Fim ao genocídio! Fim à ocupação!
    Paz no Médio Oriente e no Mundo!
     
    No dia 30 de Março, às 18h, na Rua 1° de dezembro, em Lisboa, junta-te a nós em Solidariedade com a Palestina! Pelo Fim ao genocídio! Pelo Fim à ocupação! Pela Paz no Médio Oriente e no Mundo!
  • 23 dias de agressão israelita sobre a Faixa de Gaza

    Mais de 1600 assinaturas recolhidas!

    Assine e divulgue!

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

     

     

     

  • 29 de Novembro – Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano

    Assinala-se hoje, 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano, designado pela ONU.

    Esta data assinala a aprovação, há exactamente 70 anos, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que preconizou a divisão da Palestina em dois estados, um árabe e um judeu, sendo que o primeiro seria constituído em 44 por cento do território e o segundo em 55 por cento; Jerusalém e Belém permaneceriam zonas internacionais.

    Sete décadas depois, só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio das potências ocidentais. Quanto ao povo palestiniano, resiste para permanecer na sua terra sob a mais violenta opressão. A ilegal ocupação de territórios da Palestina por parte de Israel é responsável por incontáveis crimes e pela tentativa de, por todos os meios, apagar o sentimento nacional palestiniano.

  • 29 de Novembro | Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

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    Hoje, 29 de Novembro, assinala-se o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, estabelecido pelas Nações Unidas, tendo em conta a adoção, pela sua Assembleia Geral, da Resolução 181, de 1947, que preconizava a divisão da Palestina em dois estados, um judeu e um árabe – respetivamente, com 55% e 44% do território – e a permanência de Jerusalém e Belém sob controlo internacional.

    Para as Nações Unidas, a instituição do dia 29 de Novembro é uma forma de chamar a atenção para o facto da questão da Palestina continuar por resolver e de o povo palestino não ter ainda visto reconhecidos os seus direitos inalienáveis, definidos pela Assembleia Geral, nomeadamente o direito à autodeterminação sem interferência externa, o direito à independência nacional e soberania, e o direito a regressar às suas casas e propriedades expropriadas.

    Hoje, dos dois estados preconizados em 1947, só o de Israel existe, criado e expandido pela força das armas e o apoio das potências ocidentais – em particular dos EUA –, pela destruição de aldeias e comunidades árabes e a expulsão das suas populações, fazendo do povo palestino aquele que tem o maior número de refugiados do mundo.

  • 5º Aniversário dos bombardeamentos de Israel a Gaza

    "OPERAÇÃO CHUMBO FUNDIDO" (27 de Dezembro de 2008)

    A par do opressivo sistema de apartheid em que vivem os palestinos residentes em Israel, o mundo assiste a sucessivas usurpações territoriais na Cisjordânia e a agressões às populações residentes em territórios palestinos, actos de terrorismo de estado cometidos por parte do governo Israelita sobre o povo e o estado palestino.

  • 67 anos depois, a ocupação prossegue

    O povo palestiniano assinala, no próximo dia 15 de Maio, o 67.º aniversário da «Nakba» (a Catástrofe), que marca o início da ocupação israelita da Palestina com o seu rol de massacres, deportações, privação de direitos humanos e violências de todo o género sobre a população árabe, que se prolongam até à actualidade.

    Ao declarar unilateralmente a sua independência no território que as armas e o terror almejaram conquistar, Israel desrespeitou o Plano de Partilha da Palestina elaborado no ano anterior pelas Nações Unidas, que dividia o antigo domínio britânico em dois Estados, Palestina e Israel.
    Se Israel teve efectivamente o seu Estado, cujo território não cessa de aumentar, os palestinianos tornaram-se exilados no seu próprio país, divididos entre Líbano, Síria, Jordânia e Egipto. Graças à «Nakba», é palestiniana uma das maiores comunidades de refugiados do mundo.

  • A bandeira da Palestina na ONU é uma vitória e uma demanda: a ocupação deve acabar

    Divulgamos declaração da Presidente do Conselho Mundial da Paz a propósito do hastear da bandeira da Palestina na sede da ONU.

  • A Expansão israelita e a questão da água na Palestina

    2013 | Março

    Documento sobre a questão da água no conflito israelo-palestiniano.

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  • A justiça é a melhor retaliação

    Por Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal

    Imagens terríveis chegam de Gaza todos os dias desde que Israel começou o genocídio de palestinianos na Faixa de Gaza. Partes de corpos humanos, cabeças divididas a meio, mãe morta com filho bebé abraçados e famílias inteiras enterradas sob os telhados depois de terem sido bombardeadas pelos aviões militares israelitas, navios de guerra e tanques.

    Esta desproporcionalidade da força israelita é, só por si, um crime de guerra, de acordo com a lei da guerra. Se estes crimes tivessem sido perpetrados por qualquer outra força que não a da ocupação israelita, não há dúvida de que a reação da comunidade internacional teria sido obviamente diferente.

    Neste contexto, emergem duas questões legítimas. A primeira n: poderá alguém, com algum senso de humanidade, justificar este genocídio em Gaza às mãos do ocupante contra o ocupado? A segunda é: Não será este assassinato constante dos palestinianos inocentes – enfrentado por um silêncio vergonhoso da comunidade internacional em favor de Israel – o que terá alimentado a criação do radicalismo islâmico?

  • A Paz, a Palestina e o Médio Oriente | Vila Nova de Gaia

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    Realizou-se hoje, dia 14 de janeiro, no espaço Paz, em Vila Nova Gaia, um importante momento de solidariedade com a Palestina.

    A sessão teve início com a apresentação do filme "YAFFA11" realizado por Hassan Ka'adan e continuou com um debate muito participado em que interveio o realizador e o escritor José António Gomes. A sessão foi coordenada por Ilda Figueiredo, presidente da DN do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    Denunciou-se o agravamento da violência na Cisjordânia onde Israel já matou, este ano, nove palestinos, entre os quais três crianças.
    Defendeu-se o fim da ocupação por Israel, e um Estado da Palestina livre e independente.
    Exigiu-se ainda o fim dos colonatos e a libertação dos presos políticos.
    No final decorreu um agradável convívio com um Porto de honra.
  • A solidariedade com a Palestina não esmorece, faça chuva ou faça sol!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, a convite da AEFCSH, numa vigília que teve lugar no passado dia 24, no campus de Berna desta Faculdade.

    Apresentados por Inês Jorge, dirigente da AEFCSH, que saudou todos os presentes, intervieram Julie Neves, dirigente do CPPC, ouviram-se também as intervenções de Carlos Almeida, do MPPM, Dima Mohammed, investigadora do IFIL/NOVA e professora na FCSH, Abdeljelil Larbi, professor de lingua árabe na NOVA FCSH, e Guilherme Vaz, presidente da AEFCSH.
    Nas intervenções, foi referida a importância dos estudantes, dos jovens e de todos aqueles que apoiam a Palestina, continuarem a demonstrar a sua solidariedade com a luta deste povo pelo reconhecimento dos seus direitos nacionais, pelo cumprimento das inúmeras resoluções da ONU e pelo respeito do direito internacional. Condenou-se ainda a escalada de agressão de Israel na Faixa de Gaza, na Cisjordânia, mas também no Líbano, que já resultou em milhares de mortos e feridos, e que tem consequências dramáticas para os povos desta região.
    Apelou-se à participação na Jornada Nacional de Solidariedade "Palestina Livre! Paz no Médio Oriente" que tem início no dia 2 de Outubro, em Coimbra, e culminará a 12 de outubro, com uma manifestação em Lisboa, às 15h, com início no Martim Moniz.
    Palestina Vencerá!